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terça-feira, 1 de março de 2011

QUERO SER EU!

José González Collado
QUERO SER EU!

Não quero ser ave
Nem nuvem, nem sonho
Nem vento
nem pensamento
Não quero ser nada disso!
Não quero deixar de ser gente
Nem preciso de ser diferente
Quero apenas um pouco de céu
E quero SER EU!
Quero ser livre no meu país
Quero gritar: sou Feliz
E quero SER EU!
Quero ensinar e aprender
Quero semear e colher
Quero partilhar contigo o meu dia
Quero adormecer com alegria
Quero ser livre no meu país
Quero que também sejas feliz
E quero SER EU!

Cristina Pessoa

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Poesia na Galeria no dia 19 de Fevereiro de 2011

Emília Costa
Lourdes dos Anjos sob o olhar de Constância Nery
e a pintora Carmen Santaya
Cristina Pessoa
Leonor Reis declama poemas de seu pai, Castro Reis
Joaquim Brandão
Maria de Lourdes Martins
Maria Augusta da Silva Neves
Rui dos Santos
Fernanda Cardoso
Eduardo Roseira a receber a obra sorteada pela pintora Carmen Santaya
Emília Costa

19 de Fevereiro de 2011

Lourdes dos Anjos declama
Cristina Pessoa
Miguel Leitão
Fernanda Cardoso
Silvino Figueiredo o Figas de Saint Pierre de Lá- Buraque
Leonor Reis
Joaquim Brandão
Maria de Lourdes Martins
João Pessanha

Regina Gouveia
Fernando Morais

domingo, 23 de janeiro de 2011

15 de Janeiro de 2011

Augusto Nunes declama com Jorge Vieira a seu lado
Pilar Veiga declama um poema de Jorge Vieira


Pilar Veiga, a seu lado Jorge Vieira, e atrás Miguel Leitão
e Cristina Pessoa
Miguel Leitão a declamar um dos seus poemas

Lourdes dos Anjos declama entusiasticamente
Maria Antónia Ribeiro a declamar
Silvino Figueiredo "O Fisgas de Saint de lá Buraque"
Eduardo Rosei a encenar o poema "Todos os Homens são maricas quando
estão com gripe" de António Lobo Antunes
Eduardo Roseira, João Pessanha e Jorge Vieira
A garra de Lourdes dos Anjos

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

TELEFONEMA

José González Collado
in: http://josegonzalescollado.blogspot.com/
TELEFONEMA

Está sol e eu acordei
de sorriso na alma:
um sorriso escancarado e grande,
tão grande,
que nada nem ninguém o poderão estancar.

Sorriso, ou clarão?
Tanto faz,
já que um e outro iluminam.

Eu não sei se isto é paixão
ou se é amor,
mas sei que me sinto em festa,
com luminárias nos olhos,
música a soar nos ouvidos
e um aroma a doce antigo
a consolar as narinas
e a invadir-me os pulmões.

Feliz,
apetece-me beijar o chão,
oferecer flores a quem passa
e queimar incenso
em louvor dos Deuses todos,
mormente daquele que desenha os destinos
e conseguiu
acender ontem em ti
o desejo de me ligares.
Miguel Leitão
lido por Cristina Pessoa

sábado, 15 de janeiro de 2011

15 DE JANEIRO

Eduardo Roseira declama representando
Eduardo Roseira sob o olhar divertido dos presentes

Cristina Pessoa declama um poema de Miguel Leitão



Sílvino Figueiredo (O Figas), atrás de si Cristina Pessoa e Miguel Leitão