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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

POR UMA MOEDINHA


POR UMA MOEDINHA
 
Percebi-me, sem ponta d’inspiração,
vontade d’escrever em verso
mesmo sóbrios, pensares d’ocasião
q’em mim afloram. – Submerso
num marasmo por inactividade
decidi ir-me pela cidade
 
“Uma moedinha, tenho fome
bondade sua, por favor!
- fiquei só no mundo, tome
leia-me esta carta, doutor!”
 
Moedinha é de todo indivisível
Partilhada, só se destrocada,
e para que fique percetível
foi-se o analfabeto fiquei sem nada.
- Em redor, gente c’riso trocista,
não viu o despiste dum automobilista!
 
Morria Ambrósio da Silva Penteado
sobrevivente da guerra d’ultramar
asseguro, colhido por carro importado
sabe-se lá se ainda… por pagar
 
Não tive coragem de reaver do chão,
a moeda que mudara de mão.
 
Adolfo Castelbranco

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Sessão de Poesia na Galeria 20 de Outubro

 David Cardoso
 David Cardoso
 Acilda Almeida
 Acilda Almeida
 João Pessanha
 João Pessanha
 Alice Santos
 Alice Santos
 António D. Lima
 António D. Lima
 Maria Teresa Nicho
 Maria Teresa Nicho
 Fernanda Cardoso
 Fernanda Cardoso
 Eduardo Roseira
 Eduardo Roseira
 Maria de Lourdes Martins
 Maria de Lourdes Martins
 
 Adolfo Castelbranco
 Adolfo Castelbranco
 Fernando Morais
 Fernando Morais
 Idiema
Idiema