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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A PRINCESA DE BRAÇOS CRUZADOS

A PRINCESA DE BRAÇOS CRUZADOS

- Não quero trabalhar, nem estudar, o que eu quero é namorar. – disse a princesa e cruzou os braços.
Dormia de braços cruzados e tinham que lhe dar de comer porque a princesa só podia abrir os braços para abraçar o namorado e não havia nenhum namorado para ela.
Quando se acabou o dinheiro, acabaram-se as criadas e acabou-se a comida. A princesa morreu de fome, muito suja, mas sempre de braços cruzados.
E nem os cangalheiros nem os médicos legistas lhe conseguiram descruzar os braços porque nem os cangalheiros nem os médicos legistas eram o namorado da princesa de braços cruzados porque não havia nenhum namorado para ela.
Foi conservada em formol dentro de um franco de vidro transparente para ser mostrada aos visitantes do Museu de História Natural. Na placa que dá informações sobre o conteúdo do frasco está escrito em latim: “só descruzará os braços quando lhe aparecer um namorado”. Todos no museu têm a esperança de que um dia um visitante saiba latim e seja o namorado da princesa de braços cruzados.
Mas a empregada de balcão do bar do Museu, menos positivista do que o resto do pessoal, resolveu fazer o mesmo que a princesa de braços cruzados. Por isso não há bicas para ninguém.

Adília Lopes
in “Obra”
lido por Sofia Santos

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Sessão Poesia 18-02-12

Leonor Reis
 Leonor Reis
 Maria de Lourdes Martins
 Maria de Lourdes  Martins
 Miguel Leitão
 Miguel Leitão
Silvino Figueiredo
 Silvino Figueiredo
 Sofia Santos
 Sofia Santos
 Celeste Costa
Celeste Costa
 Carlos Andrade
 Beatriz Alves
Beatriz Alves
 Maria Antónia Ribeiro
Maria Antónia Ribeiro

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Poesia na Galeria


 Sofia Santos
 Sofia Santos
 Fernanda Cardoso 
Fernanda Cardoso
Maria de Lourdes Martins

 Maria de Lourdes Martins
 Teresa Gonçalves
 Teresa Gonçalves
Lourdes dos Anjos
 Lourdes dos Anjos
 César de Carvalho
 João Pessanha
 João Pessanha
 César de Carvalho
 Kim Berlusa
Kim Berlusa
 Eduardo Roseira
 Eduardo Roseira
 Ana Maria Roseira
 Ana Maria Roseira
 Luís Nogueira
Luís Nogueira

O SONHO


O SONHO

Pelo Sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo Sonho é que vamos.

Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e ao que é do dia-a-dia.

Chegamos? Não chegamos?

- Partimos. Vamos. Somos.

Obras de Sebastião da Gama
in “Pelo Sonho é que vamos”
Lido por Sofia Santos

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Poesia 19-11-11

 Fernanda Garcias
Fernanda Garcias
 Acilda
Acilda
Fernando Morais
Fernando Morais 
Maria Augusta Silva Neves 
Maria Augusta Silva Naves
Sofia Santos
 Sofia Santos
 João Pessanha
 João Pessanha
Celestina Silva
Celestina Silva
 Ana Almeida Santos

Ana Almeida Santos

Apresentação do livro de Fernando Morais com apresentação de
Danyel Guerra