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terça-feira, 3 de maio de 2011

MEU PORTO QUERIDO, AMADO…

MEU PORTO QUERIDO, AMADO…

Porto querido, Porto meu amado.
Das construções em pedra, das ruelas,
Ferro forjado velho, de janelas,
É para ti, que eu canto este meu fado.

Meu amor, Porto em honras elevado,
Do futebol, cultura e artes belas,
Do rio Douro, das pontes singelas,
Doce pintura, músicas, meu fado.

Se de ti for, um dia, desterrada,
Irei morrer repleto de saudade,
De ti cidade linda, muito amada.

Porto da minha vida! Oh, cidade!
De rio amante e junto a mar deitada,
Refúgio da minha alma em tempestade.
                   
Rui Coelho dos Santos

sábado, 23 de abril de 2011

Abril de 2011

Maria Augusta Silva Neves
Rui Coelho dos Santos
Eduardo Roseira
O músico José António com a sua companheira de canto
Fernando Morais
Fernando Morais
Luís Pedro Viana cujos poemas foram declamados através de gravação
Luís Pedro Viana e Maria Augusta Silva Neves

Artur Santos declama os seus poemas de cor
Música de José António
João Pessanha
João Pessanha

Amândio Vasconcelos
Emília Costa
Emília Costa
Silvino Figueiredo
Silvino Figueiredo
Irene Costa
Irene Costa
Irene Costa

quinta-feira, 10 de março de 2011

MULHER, TEU CORPO É O JARDIM…

José González Collado

MULHER, TEU CORPO É O JARDIM…

Teu corpo é o jardim onde germina,
O desejo, o amor e a vida humana.
Teu rosto é flor, tuas mãos são rama,
De bondade imensa e genuína.

Tens a semente da vida em tua sina.
E para quem te fecunda e te profana,
Com a alegria e a dor que em ti se ufana,
Rasgas em mãe, tua candura de menina

E em teus braços que embalam a criança,
No teu colo, onde chora, em seu lamento,
És ninho de amor na árvore da esperança,

De amor eterno, mistura de tormento,
Com generosidade e entrega imensa
Como um sol divino, em firmamento.

Rui dos Santos

NUNCA DIGAS QUE É TARDE, MEU AMOR

José González Collado

NUNCA DIGAS QUE É TARDE, MEU AMOR

Nunca digas que é tarde, meu amor
Se esta vida está aqui p’ra ser vivida,
Se o amor ilumina a nossa vida,
E a tristeza e sofrimento me dão dor.

Nunca me digas “É tarde!”, meu amor
Só é tarde quando não houver saída,
P’ro sofrimento da tua partida,
Em quem te adora e te ama com fervor.

Um dia que eu não possa ver teu rosto,
E ouvir tua voz doce e perfumada,
Ficarei com a amargura do desgosto,

De te perder p’ra sempre, minha amada.
Até lá tenho o que mais gosto,
Depois, não tendo a ti, não tenho nada.

Rui dos Santos

terça-feira, 1 de março de 2011

MULHER, TEU CORPO É O JARDIM…

José González Collado

MULHER, TEU CORPO É O JARDIM…

Teu corpo é o jardim onde germina,
O desejo, o amor e a vida humana
Teu rosto é flor, tuas mãos são rama,
De bondade imensa e genuína.

Tens a semente da vida em tua sina
E para quem te fecunda e te profana,
Com a alegria e a dor que em ti se ufana,
Rasgas em mãe, tua candura de menina

E em teus braços que embalam a criança,
No teu colo, onde chora, em seu lamento,
És ninho de amor na árvore da esperança.

De amor eterno, mistura de tormento,
Com generosidade e entrega imensa
Como um sol divino, em firmamento.

Rui dos Santos

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Poesia na Galeria no dia 19 de Fevereiro de 2011

Emília Costa
Lourdes dos Anjos sob o olhar de Constância Nery
e a pintora Carmen Santaya
Cristina Pessoa
Leonor Reis declama poemas de seu pai, Castro Reis
Joaquim Brandão
Maria de Lourdes Martins
Maria Augusta da Silva Neves
Rui dos Santos
Fernanda Cardoso
Eduardo Roseira a receber a obra sorteada pela pintora Carmen Santaya
Emília Costa

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Nunca digas que é tarde, meu amor

José González Collado

Nunca digas que é tarde, meu amor

Nunca digas que é tarde, meu amor
Se esta vida está aqui p'ra ser vivida,
Se o amor ilumina a nossa vida,
E a tristeza e sofrimento me dão dor.

Nunca me digas “É tarde!”, meu amor
Só é tarde quando não houver saída,
P'ro sofrimento da tua partida,
em quem te adora e te ama com fervor.

Um dia que eu não possa ver teu rosto,
E ouvir tua voz doce e perfumada,
Ficarei com a amargura do desgosto,

De te perder p'ra sempre, minha amada.
Até lá tenho tudo o que mais gosto,
Depois, não tendo a ti, não tenho nada.

Rui dos Santos

Mulher, teu corpo é o jardim..

José González Collado
Mulher, teu corpo é o jardim..

Teu corpo é o jardim onde germina,
O desejo, o amor e a vida humana.
Teu rosto é flor, tuas mãos são rama,
De bondade imensa e genuína.

Tens a semente da vida em tua sina.
E para quem te fecunda e te profana,
Com a alegria e a dor que em ti se ufana,
Rasgas em mãe, tua candura de menina

E em teus braços que embalam a criança,
No teu colo, onde chora, em seu lamento,
És ninho de amor na árvore da esperança,

De amor eterno, mistura de tormento,
Com generosidade e entrega imensa
Como um sol divino, em firmamento.

Rui dos Santos

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Paisagem

Mari Carmen Calviño
PAISAGEM

No perfume da ventania
levanta–se um inconfundível aroma
a maresia banhada em Natal!
Caem as pinhas chorosas,
parindo pinhões
em rabanadas de gritos,
que naqueles terrenos arenosos,
se enterram aflitos!
Os pássaros lavam -lhes os gritos
o oceano as emoções
e o olhar do mar
em histeria,
condena aquele dia
de paisagens ganhas,
a pátios encantados,
adoçados em vinho e mel!

Maria Olinda Sol
lido por Rui Coelho Santos

sábado, 9 de outubro de 2010

EXPOSIÇÃO DE PINTURA DO GRUPO INTERNACIONAL SERVIU DE PANO DE FUNDO À EDIÇÃO DE 2 DE NOVEMBRO DA "POESIA NA GALERIA"




Jorge Vieira
Jorge Vieira
Jorge Vieira
Rui Coelho Santos
Rui Coelho Santos
Rui Coelho Santos
Rui Coelho Santos
Artur Santos 
Artur Santos


Artur Santos
Artur Santos
Artur Santos
Miguel Leitão
Miguel Leitão
 Miguel Leitão
Miguel Leitão
Miguel Leitão
Miguel Leitão 
Maria Lourdes dos Anjos
Maria Lourdes dos Anjos
Maria Lourdes dos Anjos
Maria Lourdes dos Anjos
Maria Lourdes dos Anjos
Maria Lourdes dos Anjos
Maria Lourdes dos Anjos
Maria Lourdes dos Anjos
Maria Lourdes dos Anjos
Maria Lourdes dos Anjos



Maria Augusta Silva Neves
Maria Augusta Silva Neves
Maria Augusta Silva Neves
Maria Augusta Silva Neves
Maria Augusta da Silva Neves
Domingos da Mota
Jorge Vieira
Jorge Vieira
Jorge Vieira
Constância Nery
Constância Nery
Contância Nery
Contância Nery
Contância Nery
Contância Nery
Contância Nery
Miguel Leitão
Carlos Andrade com Maria Augusta Silva Neves
Carlos Andrade
Carlos Andrade com Maria Augusta Silva Neves
Carlos Andrade com Maria Augusta Silva Neves