Mostrar mensagens com a etiqueta Duarte Lima. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Duarte Lima. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 20 de novembro de 2012

"Poesia na Galeria", 17 de Novembro

 Maria Augusta da Silva Neves
 Maria Augusta da Silva Neves
 Acilda Almeida
 Acilda Almeida
 António Lima
 António Lima
 Alice Santos
Alice Santos
 Bernardete Costa
 Bernardete Costa
 Eduardo Roseira
 Eduardo Roseira
 Fernando Morais
 Fernando Morais
 Armando Paraty
 Armando Paraty
 Alzira Santos
 Alzira Santos
 João Pessanha
João Pessanha

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

SOU GUERREIRO SOU DO NORTE


SOU GUERREIRO SOU DO NORTE
 
Minha alma é lusa
Meu coração é do Norte
Sou de nascença um guerreiro
Estou em alerta, estou em luta
Contra o poder que me oprime
Que me engana e que me insulta
Apoderam-se do meu dinheiro
Pago taxas, IVA e IRS
E tantas outras coisas mais
Para o receberem é na hora
Não pago quando me apetece
Se o fizer; pago juros de mora
 
A minha alma de guerreiro
Tem de estar sempre em alerta
Não quero ser prisioneiro
De uma qualquer figura esperta
Serão filhos dos mesmos pais?
Da mesma mãe sei que são
Estes governantes são os tais
Que nos dão dor e muita aflição
Sendo do mesmo molde
Saem todos iguais
Lutam para saber quem pode
Ser candidato, a maior ladrão.
 
Adjuntos, secretários e ministros
Auxiliares pelos deputados
Transferem capitais mistos
Para muitos outros mercados
Enviam o dinheiro dos bancos
Que roubaram aos depositários
E para não haver males maiores
Enviam-no para paraísos fiscais
Guardaram no segredo dos ofshores
Privatizaram o BPN
Para apanhar mais otários
Somos considerados lixo
Por empresas que rateia
Andamos ao sabor do capricho
Dos sabujos da União Europeia
E de uma forma muito profusa
Dizem de maneira (julgam) heroica
Quem é rico e quem é pobre
Mas a minha alma guerreira e lusa
Grita, fora daqui senhores da troika
Que meu coração é do Norte e mui Nobre 

António D. Lima
Julho 2011

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Sessão de Poesia na Galeria 20 de Outubro

 David Cardoso
 David Cardoso
 Acilda Almeida
 Acilda Almeida
 João Pessanha
 João Pessanha
 Alice Santos
 Alice Santos
 António D. Lima
 António D. Lima
 Maria Teresa Nicho
 Maria Teresa Nicho
 Fernanda Cardoso
 Fernanda Cardoso
 Eduardo Roseira
 Eduardo Roseira
 Maria de Lourdes Martins
 Maria de Lourdes Martins
 
 Adolfo Castelbranco
 Adolfo Castelbranco
 Fernando Morais
 Fernando Morais
 Idiema
Idiema

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

PRESIDENTE DA NAÇÃO

PRESIDENTE DA NAÇÃO
 
Quem se candidata a presidente
Deseja o alto cargo da nação ocupar
Mas tem que ter bem presente
No que de si se vai exigir e, ter que dar
 
O presidente de uma nação
É o que tem responsabilidade maior
Tem que ter sempre em atenção
Da justiça que tem de impor
 
Na tomada de poder, tem que jurar
Que defende a Constituição
Sendo esta a lei maior
Que rege toda uma nação
 
Não pode nem deve olhar
Nem a pobres, nem a ricos
Todo o povo vai votar
Quer sejam ou não, políticos
 
Depois de estar em Belém
Só tem que cumprir o seu dever
Não pode favorecer ninguém,
Tenha a cor que tiver
 
A justiça e a igualdade
Tem que estar sempre presente
Fazer cumprir a constitucionalidade
É obrigação do presidente
 
Mara para o lado de Belém
Está lá uma coisa qualquer
Não sei se essa coisa, é alguém
Ou se é alguém, sem poder
 
Se tem poder não o usa
Impávido, assiste a esta desgovernação
Todo o povo o censura e acusa
De estar nas tintas para a legislação
 
Parecendo o parlamento um circo
Com tantos palhaços governamentais
O presidente, permite o ridículo,
Tráfico de influências que nos são fatais
 
Com toda esta fantochada
Estes que perderam a vergonha e a razão
Fazem deste povo, nada vezes nada
Se direito a trabalho e educação
 
No presidente já ninguém acredita
E como em Belém, ele, nada faz
Nós, o povo, queremos que se demita
Colocando lá outro, muito mais capaz
 
Mas amigo e camarada
Unidos contra quem só nos faz mal
Lutemos contra esta canalhada
Dignifiquemos, o nome de Portugal 

António D. Lima

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

AGARRAR AS LETRAS

AGARRAR AS LETRAS
 
Fazer poesia é agarrar as letras
Que flutuam no espaço do tempo
Trazidas e levadas
Quando lançadas
Ao vento
Por maldade?
Por despeito?
Por desrespeito?
Talvez!
 
Serão estas as letras que formavam
As palavras das promessas não cumpridas
Que com raiva e nojo
Foram lançadas ao vento, desfazendo-se
Do sentido com que as construíram
Sendo agora somente letras mortas?
Talvez!
 
Naturalmente eram as promessas
Feitas pelos abjectos seres
Que nos governam, têm poderes
E rancores
Estes não são os nauseabundos necrófagos
Que têm a morte no seu olhar?
São.
 
Agarremos as letras e construamos
Os alicerces das palavras audazes
Nós somos imensuravelmente capazes
De construir de novo
Igualdade, fraternidade, honestidade
Não somos nós um Olímpico povo?
Somos.
 
Não somos nós um país de temerários
Que descobriu mundos e fomos esculpidos
Em granito duro vindo das entranhas da terra?
Então! Então o porquê de tanta passividade?
Voltemos, voltemos de novo à nossa realidade
Construamos com as letras agarradas
A dignidade da nossa nação
Escrevamos, sim à democracia
Fascismo, NÃO… 

António D. Lima

terça-feira, 18 de setembro de 2012

POESIA NA GALERIA 15-09

 Maria Teresa Nicho
 Maria Teresa Nicho
 Silvino Figueiredo
 Silvino Figueiredo
 Miguel Leitão
 Miguel Leitão
 Eduardo Leal
 Eduardo Leal
 António D. Lima
 António D. Lima
 
 
 António D. Lima brinda à galeria
 Idiema ao saber que foi a sorteada
 Idiema
 Agostinho Costa entrega a obra de António-Lino a Idiema
 António D. Lima, José Oliveira Ribeiro e David Cardoso
 
 
 
 
 Eduardo Leal e Neiro, um dos pintores da exposição inaugurada