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terça-feira, 20 de novembro de 2012

POESIA NA GALERIA

 Jorge Vieira
 Jorge Vieira
 Maria de Lourdes Martins
 Maria de Lourdes Martins
 Ana Maria Roseira
 Ana Maria Roseira
 Eduardo Leal
 Eduardo Leal
 Fernanda Cardoso
 Fernanda Cardoso
 Alípio de Sousa
 Alípio de Sousa
 Irene Costa
 Irene Costa
 Kim Berlusa
Kim Berlusa
 José Manhente
 José Manhente
 Manuela Caldeira
 Manuela Caldeira
 Maria de Lourdes Ferreira
 Maria de Lourdes Ferreira
 Maria Teresa Nicho
 Maria Teresa Nicho
 Luís Pedro Viana
Luís Pedro Viana

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

SONHOS DE AMOR


SONHOS DE AMOR

Trago os sonhos presos num navio,
ancorado ao cais do pensamento;
É um prazer senti-los em cada estio,
Na força da alegria, meu doce alento.

Nesses sonhos descubro a razão,
de ser e existir longe da dor;
sinto os compassos suaves do coração,
o carinho presente num grande amor.

Essa face que me olha e que sorri,
entrega-me a arte de amar;
È como o canto alegre do colibri,
que sente a natureza despertar.

De sonho em sonho, sigo esta vida,
Preso às raízes da minha cidade.
Essa jóia em granito esculpida,
Que é fruto da minha ansiedade.

Jorge Vieira

sexta-feira, 29 de abril de 2011

MÃOS ABERTAS

MÃOS ABERTAS

Abro as mãos e nada tenho,
O que tive, dei-o, por caridade;
Mesmo o que possa ter, não retenho,
Sou fruto do amor e da verdade.

Mesmo que a dor me alimente,
Com presságios de encantamento;
Abro as mãos e de repente
Solta-se pelo ar o sofrimento.

Sou o apóstolo de mãos abertas
Que enxuga as lágrimas da dor;
Nas esquinas com gente, nas ruas desertas,
Nasce em cada canto uma flor.

Jorge Vieira
in "Manhãs Inquietas"

sábado, 19 de fevereiro de 2011

POESIA NA GALERIA

Pintora Carmen Santaya e seu marido
Eduardo Roseira


Eduardo Roseira e Jorge Vieira
Carlos Andrade e a sua viola
Constância Nery
Carlos Andrade
Eduardo Roseira durante a encenação de "Leite Derramado"


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

AS ÁRVORES

José González Collado
AS ÁRVORES

Nas árvores que encontro, quase despidas,
Sinto a espera de um novo amanhecer;
São do meu olhar, jóia esculpidas,
Pela mãe natureza que ousa florescer.

Troncos lisos, rugosos, levantados,
Quase estátuas hirtas de um museu;
Mais tarde, serão como braços amarrados,
Encantos eternos que Deus nos deu.

Nas árvores cobertas e preenchidas
Encontro a sombra amiga do estio,
Recanto das cidades enternecidas,
Aonde as aves cantam ao desafio.

Há um doce aconchego que nos seduz,
E que está nas almas dos poetas;
Translúcido, o sol, em clareiras, reluz
E dá-nos as imagens mais secretas.

Jorge Vieira
in “Manhãs Inquietas”

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

MEU PORTO

Fernando Gomes
MEU PORTO

Meu Porto, és o cordão umbilical,
Bem preso à raiz do meu ser;
És a minha linda cidade, a capital,
Aqui existo, aqui quero viver!

Mesmo que a neblina ainda percorra
Os limites deste infinito,
Que haja alguém a nascer ou que morra,
Serás o meu brasão e o meu grito.

Meu Porto, tens o velho casario
Coberto de dores adormecidas
E na foz desse teu lindo rio
Há lágrimas e dores já ressequidas.

Prisioneiro deste tempo que avança,
Trago em mim as franjas da cultura,
A fé intensa e no peito a esperança
Do raiar do sol à noite escura.

Jorge Vieira
in “Manhãs Inquietas”
lido por Pilar Veiga

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

POETAS, NÃO SE CALEM!

José González Collado
POETAS, NÃO SE CALEM!

Não calem as vozes dos nossos poetas
Nem rasguem as folhas dos seus poemas;
Não nos castiguem com mágoas secretas,
Para denegrir os nossos lemas.

Essas vozes trazem belas mensagens
Que a memória ousa repetir;
Não são inúteis nem fúteis miragens
- Não as queiram subtrair!

Deixem os poetas serem os peregrinos
Da verdade, da revolta e da paixão;
Façam a vossa festa, deixem tocar os sinos,
Ao ritmo cadenciado do coração.

E se as vozes dos poetas se calarem,
Por essas que as quiseram denegrir,
Outras bocas impacientes, se falarem,
Farão outros mais poetas existir.

Jorge Vieira
in “Manhãs Inquietas”

domingo, 23 de janeiro de 2011

15 de Janeiro de 2011

Augusto Nunes declama com Jorge Vieira a seu lado
Pilar Veiga declama um poema de Jorge Vieira


Pilar Veiga, a seu lado Jorge Vieira, e atrás Miguel Leitão
e Cristina Pessoa
Miguel Leitão a declamar um dos seus poemas

Lourdes dos Anjos declama entusiasticamente
Maria Antónia Ribeiro a declamar
Silvino Figueiredo "O Fisgas de Saint de lá Buraque"
Eduardo Rosei a encenar o poema "Todos os Homens são maricas quando
estão com gripe" de António Lobo Antunes
Eduardo Roseira, João Pessanha e Jorge Vieira
A garra de Lourdes dos Anjos