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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

HOMENAGEM AO POETA ANTÓNIO PINA


HOMENAGEM AO POETA ANTÓNIO PINA
 
Quando um poeta morre
É o todo que volta ao nada
Porém, muito nos deixa
Do todo que em nós escorre!
 
Fosse o mundo como pensava
Do mundo não teria queixa!
 
Quando um poeta se vai embora
Parece que se vai mas não
Pois noutro nasce outro ai
Do que se foi irmão
Que em seu peito mora
Continuando o triste fado
De viver num mundo redondo
Cada vez mais quadrado!
 
Quando um poeta morre
É o todo que volta ao nada,
Mas da vida que nos escorre
A poesia do nada é o todo!
 
Parece que o nada morre,
mas é do nada que o todo escorre! 

Silvino Figueiredo

terça-feira, 23 de outubro de 2012

POESIA NA GALERIA



 Cristina Maya posa com a obra de Ariosto Madureira
 Cristina Maya a sorteada da sessão

 Paulina Sousa
 Paulina Sousa
 Cristina Maya Caetano
 Cristina Maya Caetano
 Lourdes dos Anjos
 Lourdes dos Anjos
 Alzira Santos
 Alzira Santos
 Irene Costa
 Irene Costa
 Silvino Figueiredo
 Silvino Figueiredo
 José Oliveira Ribeiro
 José Oliveira Ribeiro
 Angelino Silva
 Angelino Silva
 Eduardo Leal
 Eduardo Leal
 Armando Paraty
Armando Paraty

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

COICE

COICE
 
Eu me estou degradando
De corpo e de mente,
Deixando de ser importante,
Diria mesmo que gente!
 
Quero lá saber se me desfaço
E torno alguém infeliz,
Pois se pareço eu no que faço
Não fui eu que me fiz!
 
Me estou degradando
De corpo e de intelecto,
Se me estou desmoronando
Queixai-vos ao meu arquiteto.
Vede a obra que de mim fez;
Um ser muito infeliz,
Deu-me a condição de português
E castigo de ser deste país!
Portugal; lindo país que é,
Onde reina poluta corrupção,
Onde doutor é qualquer zé,
Corrupta quase toda a nação!
 
Estão fazendo dos portugueses
Dóceis cavalgaduras,
Chego a pensar, por vezes,
Que nos ferram ferraduras!
 
De tal modo este estado,
Que quando formos votar,
Em vez do voto cruzado
Devemos relinchar ou zurrar!
 
Me estou degradando
De corpo e de mente,
Deixando de ser importante,
Diria que mesmo gente,
 
E é tão grande o abalo,
E medo desta coisa ser certa,
Que esta poesia já não é de poeta,
Mas já coice de cavalo!

………….xxxxxxxxxxx…………………
Autor: Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

PROCURA-ME ENTRE AS PALAVRAS

PROCURA-ME ENTRE AS PALAVRAS
 
Procura-me entre palavras.
Eu ajudo-te
Eu sou aquele,
Que nos seus lábios tem desejos de beijos,
Procura-me.
 
Sou o que dos braços faz abraços,
Procura-me.
 
Sou o que só quer paz e não a guerra que se faz.
Procura-me.
 
Sou o que quer risos de crianças,
Que me dão esperanças,
O que há velhice deseja meiguice,
O que deseja risadas e brilhantes auroras,
Cálidas tardes, brisas suaves
E poentes encantatórios!
Procura-me,
Mas rejeita-se as palavras do ódio,
Da hipocrisia, da corrupção e da inveja.
 
Pega nas palavras de amizade e solidariedade.
Procura-me entre todas as palavras
Escondidas entre a poluição da civilização!
 
Procura-me, como pescador de pérolas.
Mergulha fundo do meu mundo,
As palavras são meu encanto!
 
Por favor,
Quando encontrares minhas palavras
Cobre-me com uma: com a palavra amor.
Mesmo que doutras insuficiente,
Com ela terei calor.
Dar-te-ei um beijo… quente
E direi… obrigado,… amor.
Obrigado, por me teres encontrado!
 

Silvino Figueiredo
(Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Poema oferecido por Silvino Figueiredo aos pintores presentes

(Poema oferecido aos pintores presentes)
 
O Pintor usa a cor,
em riscos;
Fulcores d’imaginação,
espelhadas em telas;
Do olhar sedução!
Em cada quadro
o pintor tudo plasma,
Porém,
Tudo o que possa pintar
é só a paisagem da sua alma
como todo o poeta
que só com tinta
duma só cor
Pinta todo o colorido
da dor e do amor.
 

Silvino Figueiredo
“Figas de Saint Pierre de La-Buraque”

POESIA NA GALERIA 15-09

 Maria Teresa Nicho
 Maria Teresa Nicho
 Silvino Figueiredo
 Silvino Figueiredo
 Miguel Leitão
 Miguel Leitão
 Eduardo Leal
 Eduardo Leal
 António D. Lima
 António D. Lima
 
 
 António D. Lima brinda à galeria
 Idiema ao saber que foi a sorteada
 Idiema
 Agostinho Costa entrega a obra de António-Lino a Idiema
 António D. Lima, José Oliveira Ribeiro e David Cardoso
 
 
 
 
 Eduardo Leal e Neiro, um dos pintores da exposição inaugurada