segunda-feira, 22 de agosto de 2011

AMOR NUMA TARDE DE VERÃO

Há um princípio de tarde de verão
Um silêncio que renega o não
Há um festim de beijos
Uma romaria de desejos
...Uma espera que desespera...
Há depois uma colheita farta
Num morrer amando que não mata
E há um sonho que não quer acordar
Enquanto o sol se recusa hibernar.
Se assim acontecer
Se assim for
Deixa-o ficar
E chama-lhe AMOR

LOURDES DOS ANJOS

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